O V Seminário Sobre Rotas Tecnológicas da Biotecnologia no Brasil, coordenado pelo Núcleo de Pesquisa em Inovação, Gestão Tecnológica e Competitividade – InGTeC, em parceria com a FEARP/USP e com a FIPASE – Fundação Instituto Pólo Avançado da Saúde, proporcionará nos dias 12 a 14 de abril de 2011 discussões e interações entre diferentes atores, como empresários, empreendedores, pesquisadores, e investidores, a fim de impulsionar o surgimento de novos projetos e a identificação de rotas tecnológicas com potencial de sucesso no Brasil.
http://www.seminariobiotecnologia.com.br/site/
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sexta-feira, 18 de março de 2011
domingo, 13 de março de 2011
PROEX aprova proposta da Incubadora de Projetos!
Olá pessoal,
A PROEX (Pró-Reitoria de Extensão) aprovou a proposta de implantação de uma Incubadora de Projetos em Biociências e Biotecnologia no nosso Câmpus!
Agora vem a melhor parte, trabalharmos para dar início à prospecção de idéias, projetos e tecnologias desenvolvidos no âmbito dos nossos cursos de graduação, e que permitam inserir produtos e serviços inovadores que atendam a demanda local e regional, principalmente (mas não exclusivamente!).
A questão que deixo aqui é: somos capazes de oferecer à comunidade (empresários de diferentes setores, órgãos do governo e sociedade em geral) soluções tecnológicas inovadoras?
Bons antecedentes e projetos para isso já possuímos. Exemplos que posso citar aqui são: a Biotec Júnior, as pesquisas com células tronco do GenTeCel, a Farmácia Verde do Laboratório de Fitoterápicos, e a recém aprovada Bio Júnior (empresa júnior do curso de Biologia), entre outras.
Acredito que este seja o início da implantação da futura Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Assis. Vamos trabalhar para que seja uma realidade!
Abraços e o meu muito obrigado a todos os que acreditaram e apoiaram esta idéia!
Darío
A PROEX (Pró-Reitoria de Extensão) aprovou a proposta de implantação de uma Incubadora de Projetos em Biociências e Biotecnologia no nosso Câmpus!
Agora vem a melhor parte, trabalharmos para dar início à prospecção de idéias, projetos e tecnologias desenvolvidos no âmbito dos nossos cursos de graduação, e que permitam inserir produtos e serviços inovadores que atendam a demanda local e regional, principalmente (mas não exclusivamente!).
A questão que deixo aqui é: somos capazes de oferecer à comunidade (empresários de diferentes setores, órgãos do governo e sociedade em geral) soluções tecnológicas inovadoras?
Bons antecedentes e projetos para isso já possuímos. Exemplos que posso citar aqui são: a Biotec Júnior, as pesquisas com células tronco do GenTeCel, a Farmácia Verde do Laboratório de Fitoterápicos, e a recém aprovada Bio Júnior (empresa júnior do curso de Biologia), entre outras.
Acredito que este seja o início da implantação da futura Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Assis. Vamos trabalhar para que seja uma realidade!
Abraços e o meu muito obrigado a todos os que acreditaram e apoiaram esta idéia!
Darío
sexta-feira, 4 de março de 2011
Mercadante defende a formação de mais engenheiros no País
Estimular a formação de mais engenheiros para garantir o desenvolvimento sustentável do País. A ideia foi apresentada pelo ministro Aloizio Mercadante, na terça-feira (22/02), em Brasília, no 6º Encontro de Lideranças promovido pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea).
Dentro das discussões no painel “Política Nacional de CT&I e Política de Desenvolvimento Produtivo (Investimentos: Desafios e Oportunidades)”, Mercadante sustentou a necessidade de intensificar o processo de formação de engenheiros para atender às demandas, com o recente crescimento econômico do País, e para inserir o Brasil no atual contexto de competitividade internacional, diante da constatação de insuficiência de profissionais no mercado.
O ministro comparou a situação brasileira em relação a países com maior grau de desenvolvimento. Para ele, uma alternativa seria formar tecnólogos para suprir parte das necessidades. “Nós tínhamos, no ano passado, 30 mil engenheiros formados e 10 mil tecnólogos, mas na China são 250 mil tecnólogos que se formam em cursos de três anos. No Brasil, formamos um engenheiro a cada 50 formandos, enquanto a Coréia forma um engenheiro a cada quatro formandos. Temos que acelerar essa formação”, enfatizou Mercadante.
O ministro informou que está sendo elaborado um Programa Nacional para as Engenharias, com a participação de outras instituições e de agências de fomento, para estimular as engenharias a aperfeiçoar a formação desse engenheiro que é o tecnólogo, especializado em alguma área da cadeia produtiva. “Hoje falta profissional no mercado de trabalho. E a solução não é importar mão de obra. É formar aqui, gerar oportunidade aqui”, afirmou.
(Com informações do MCT)
O ministro comparou a situação brasileira em relação a países com maior grau de desenvolvimento. Para ele, uma alternativa seria formar tecnólogos para suprir parte das necessidades. “Nós tínhamos, no ano passado, 30 mil engenheiros formados e 10 mil tecnólogos, mas na China são 250 mil tecnólogos que se formam em cursos de três anos. No Brasil, formamos um engenheiro a cada 50 formandos, enquanto a Coréia forma um engenheiro a cada quatro formandos. Temos que acelerar essa formação”, enfatizou Mercadante.
O ministro informou que está sendo elaborado um Programa Nacional para as Engenharias, com a participação de outras instituições e de agências de fomento, para estimular as engenharias a aperfeiçoar a formação desse engenheiro que é o tecnólogo, especializado em alguma área da cadeia produtiva. “Hoje falta profissional no mercado de trabalho. E a solução não é importar mão de obra. É formar aqui, gerar oportunidade aqui”, afirmou.
(Com informações do MCT)
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A sutil diferença entre ser Criativo e ser Inovador
Brasil criativo, mas pouco inovador
por Felipe Scherer em 18/02/2011 às 07:36
Dias atrás foi divulgado um estudo sobre as novas regras da inovação no mundo, do qual participaram mil executivos em 12 países. Chamado Global Innovation Barometer e realizado pela GE, seus resultados não chegam a surpreender. Por exemplo: 95% dos entrevistados acreditam que a inovação é a chave para uma economia mais competitiva.
Porém, o estudo traz achados interessantes. Apesar de nós, brasileiros, não sermos vistos como os mais inovadores, fomos considerados como um dos três países mais otimistas em relação a como a inovação pode melhorar a vida das pessoas e o país.
Na prática isso significa que os executivos entrevistados acreditam que podemos melhorar nossa condição econômica e nossa qualidade de vida inovando mais. É um bom sinal. Afinal, o primeiro passo para inovar é acreditar que precisamos fazê-lo.
Porém, a inovação possui duas matérias-primas fundamentais: criatividade e conhecimento. E é aí é que começam nossas dificuldades.
por Felipe Scherer em 18/02/2011 às 07:36
Dias atrás foi divulgado um estudo sobre as novas regras da inovação no mundo, do qual participaram mil executivos em 12 países. Chamado Global Innovation Barometer e realizado pela GE, seus resultados não chegam a surpreender. Por exemplo: 95% dos entrevistados acreditam que a inovação é a chave para uma economia mais competitiva.
Porém, o estudo traz achados interessantes. Apesar de nós, brasileiros, não sermos vistos como os mais inovadores, fomos considerados como um dos três países mais otimistas em relação a como a inovação pode melhorar a vida das pessoas e o país.
Na prática isso significa que os executivos entrevistados acreditam que podemos melhorar nossa condição econômica e nossa qualidade de vida inovando mais. É um bom sinal. Afinal, o primeiro passo para inovar é acreditar que precisamos fazê-lo.
Porém, a inovação possui duas matérias-primas fundamentais: criatividade e conhecimento. E é aí é que começam nossas dificuldades.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Estudo pioneiro testa a eficácia de células-tronco no combate ao enfisema
Embora ainda em fase inicial, técnica se mostra promissora no enfrentamento da doença, até hoje incurável e degenerativa.
O Brasil é o pioneiro na pesquisa com células-tronco para o tratamento de enfisema pulmonar, doença crônica e até agora incurável, que afeta 210 milhões de pessoas em todo o planeta. Divulgada na revista especializada International Journal of COPD, a pesquisa foi conduzida por um geneticista da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e é a primeira no mundo a utilizar a técnica. Segundo os editores da publicação, o artigo foi o mais acessado da edição do mês.
Apesar de descrever apenas a primeira fase do estudo, o artigo apresentou resultados promissores. O experimento começou a ser idealizado há cinco anos, a partir da constatação de que as células-tronco têm potencial de regenerar tecidos, inclusive o pulmonar. O enfisema destrói o órgão (veja infografia), condição que se agrava com o tempo. A ideia, portanto, foi desenvolver uma terapia que pudesse restaurar as estruturas pulmonares.
Os primeiros testes foram realizados com ratos. “Fizemos o tratamento com as células-tronco do próprio animal e verificamos uma melhora do quadro morfológico”, relata o geneticista João Tadeu Ribeiro Paes. Diante dos resultados positivos, em abril de 2008, a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa autorizou a realização de experimentos com humanos. De uma lista de 10 pacientes apresentados, a Conep aprovou a participação de quatro voluntários. Todos tinham, à época, entre 59 e 76 anos e estavam com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) em estágio avançado.
Apesar de descrever apenas a primeira fase do estudo, o artigo apresentou resultados promissores. O experimento começou a ser idealizado há cinco anos, a partir da constatação de que as células-tronco têm potencial de regenerar tecidos, inclusive o pulmonar. O enfisema destrói o órgão (veja infografia), condição que se agrava com o tempo. A ideia, portanto, foi desenvolver uma terapia que pudesse restaurar as estruturas pulmonares.
Os primeiros testes foram realizados com ratos. “Fizemos o tratamento com as células-tronco do próprio animal e verificamos uma melhora do quadro morfológico”, relata o geneticista João Tadeu Ribeiro Paes. Diante dos resultados positivos, em abril de 2008, a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa autorizou a realização de experimentos com humanos. De uma lista de 10 pacientes apresentados, a Conep aprovou a participação de quatro voluntários. Todos tinham, à época, entre 59 e 76 anos e estavam com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) em estágio avançado.
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